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Segunda-feira, 22 de Novembro de 2010

And I think to myself...

É uma pequena crueldade fazer uma coisa destas a este tema de Louis Armstrong mas a outra versão de que me lembrei de Joey Ramone não criava tão bem o efeito desejado
23-11-2010: Aparentemente o vídeo original de Louis Armstrong violava direitos de copyright, aqui fica então outra versão que é original noutro sentido.




Mentalidade de telenovela

Anos e anos de trampa brasileira e portuguesa no horário nobre das TVs deram nisto: Quando alguém se queixa de má gestão da tal coisa pública os visados puxam logo do argumento da inveja ou ciúme - "Esse gajo também queria era tacho", "está a chorar porque também quer mamar", etc.
Deixem-me lá olhar para isto com espírito de quem está habituado a analisar problemas de forma a encontrar soluções - do ponto de vista português, às tantas, isto se calhar até é considerado deformação profissional dos informáticos - ora então este género de pessoa parte do princípio que eu tive a mesma educação que ela em que o normal é ser parasitário do dinheiro público. Assume que estou chateado não porque um conjunto de ordinarecos quaisquer se andam a "desenrascar" com os impostos que eu suportei e fui obrigado a entregar sendo obrigado também a confiar que serão bem utilizados mas que por outro lado estou chateado é porque não me calha parte do "bolo".
Bem vistas as coisas, estas cabecitas de telenovela para além do prejuízo que dão ainda estão a injuriar.
Assim não se chega a lado nenhum, se não querem trabalhar a sério cá fora no mundo real, privado, o tal que realmente gera a riqueza que andam a redistribuir da forma que temos visto e onde se está sujeito a todo o género de dificuldades como concorrência, falta de previsibilidade do amanhã, falta de uma certeza de existir dinheiro "certo" a entrar no final do mês entre outras, então pelo menos saiam da frente, vão-se esconder, vão parasitar para a Coreia do Norte, para Cuba ou outro paraíso socialista qualquer desses.


Haja dinheiro para esta gente toda

O tal que vem dos impostos...


Quinta-feira, 18 de Novembro de 2010

Espetáculo ZéZé

"Um jovem de 26 anos, sem currículo profissional nem formação de nível superior, foi contratado, em Dezembro, como assessor técnico e político do gabinete da vereadora Graça Fonseca na Câmara de Lisboa (CML). Remuneração mensal: 3950 euros ilíquidos a recibo verde. Desde então, o assessor - que estava desempregado, fora funcionário do PS e candidato derrotado à Junta de Freguesia de Belém - acumulou esse vencimento com cerca de 41.100 euros de subsídios relacionados com a criação do seu próprio posto de trabalho.


Filho de um funcionário do PS que residiu até 2008 numa casa da CML com uma renda de 48 euros/mês, Pedro Silva Gomes frequentou o ensino secundário e entrou muito novo para os quadros do partido.(...)"




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